sexta-feira, 27 de outubro de 2017

RESUMO DO ARTIGGO III

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS
ACADÊMICA:  MARIA NAUSA XAVIER SOUSA
RESUMO DO ESTÁGIO 2
PROFESSOR: PAULO ALEXANDRE
DISCIPLINA ESTAGIO II
O ENSINO DA MATEMÁTICA POR MEIO DE NOVAS TECNOLOGIAS   RESUMO DO   ARTIGO   II
As novas tecnologias têm sofrido avanços consideráveis, e consequentemente, novos rumos e possibilidades de ensino estão surgindo, principalmente na área da matemática, onde há uma grande variedade de programas e jogos nos computadores que oferecem um significado especial na construção do conhecimento. Este artigo descreve a necessidade e a importância que as Novas Tecnologias podem oferecer as práticas educacionais no ensino da matemática. O objetivo do trabalho é estudar a educação mediada pelas novas tecnologias de ensino para a Matemática. A pesquisa tem uma abordagem pedagógica qualitativa com características bibliográficas. O referencial teórico é baseado em autores que versam sobre o assunto. Dando ênfase em textos e autores que defendem um ensino cada vez mais lúdico através das Novas Tecnologias na Educação, criando ambientes educacionais de total descontração e dando a oportunidade do próprio aluno ser o agente construtor do seu conhecimento por meio de um raciocínio lógico-dedutivo. Palavras-chave: educação matemática – tecnologia – necessidade - computador. Abstract: New Introdução Com o ingresso dos computadores em nossa sociedade uma série de transformações começou a acontecer a todo o momento e em todos os lugares do mundo: nos meios de comunicação, nos conhecimentos científicos, na economia de nosso país e, até mesmo a nossa sociedade começou a se transformar de uma forma rápida e assustadora. Com essas transformações mudaram-se também nossos valores, nossos costumes e as pessoas passaram a ter interesses diferentes, ou seja, começaram a acompanhar essas mudanças, pois o computador além de ser um aparelho 1 Pós-Graduação em Metodologia de Ensino de Matemática Especialista em Metodologia do Ensino da Matemática Página 13 eletrônico também pode oferecer um conhecimento mundial de rápido acesso e que pode ser capaz de mudar tudo em nossa vida.
Foi diante desse cenário envolvente e motivador que o presente estudo se fez necessário em busca de mostrar aos professores de matemática a necessidade e a importância das Novas Tecnologias a serviço da educação. Diante desse tema buscou-se a seguinte problematização: Como os professores de Ensino Médio reconhecem a necessidade de uma educação por meio de Novas Tecnologias no ensino da Matemática? O presente estudo justifica-se, pois na educação atual podemos dizer que os professores sempre procuraram o melhor caminho para levar o conhecimento aos educandos.
Portanto, a educação e a escola atual não podiam ficar de fora da era da informação, porque muitas crianças e jovens crescem no meio virtual e, o mesmo tem influenciado bastante em todos os setores da sociedade. Para que os professores reconheçam e utilizem as Novas Tecnologias no ensino da Matemática é preciso que utilizem o computador como um aliado muito importante na construção do conhecimento, ou seja, nas suas práticas pedagógicas, onde possam fazer uso das novas tecnologias, incorporando-as em suas aulas e favorecendo aos alunos uma aprendizagem Matemática lúdica e envolvente. Dessa forma, a busca de práticas inovadoras com o uso das Novas Tecnologias a serviço da disciplina de Matemática poderá contribuir de forma eficiente o ensino atual. O presente artigo traz em sua sequência a importância do uso de novas tecnologias no ensino da Matemática, a apresentação evolutiva das novas tecnologias e a disciplina de Matemática frente a essa realidade.
Seguido das considerações finais e referências sobre o estudo. A importância das novas tecnologias Nossas salas de aula atualmente possuem um modelo pedagógico estático e restrito, onde alunos e professores vivem numa realidade presa a livros didáticos Página 14 aulas puramente expositivas. Esse modelo de aprendizagem comprovadamente está ultrapassado, pois nossa sociedade precisa estar preparada para um futuro tecnológico e digital. Portanto, deve-se reconhecer a importância das mudanças na educação, em especial, na Matemática, pois as tecnologias serão capazes de divulgar as informações, as novas descobertas científicas, diminuir as distâncias, enfim ter a certeza que o mundo virtual pode proporcionar melhor qualidade na educação. [...] a presença isolada e desarticulada dos computadores na escola não é, jamais, sinal de qualidade de ensino; mal comparando, a existência de alguns aparelhos ultramodernos de tomografia e ressonância magnética em determinado hospital ou rede de saúde não expressa, por si só, a qualidade geral do serviço prestado à população. É necessário estarmos muito alertas para o risco da transformação dos computadores no bezerro de ouro â ser adorado em Educação. (CORTELLA, 1995, p. 34). Diante do poder e fascínio que as Novas Tecnologias podem promover no ensino da Matemática, levando o aluno a um conhecimento rápido, fácil, interativo e acompanhado de um raciocínio - lógico, é que tanto o professor como o aluno tem a obrigação de acompanhar essa evolução tecnológica e, assim, inserir-se nesse mundo cada vez mais digitalizado, sobre pena de ser evadido do sistema social.
Atualmente o professor, não só o de matemática, mas todos em geral, precisam assumir seu papel de mediador do saber, ou seja, ser o responsável em mostrar como se busca o conhecimento, desenvolvendo no aluno a capacidade de se auto educar, construir seus próprios conceitos e ter autonomia para decidir e resolver os seus problemas, participando ativamente da sociedade em que vive. A educação Matemática tem o objetivo de transformar o ensino em um saber lógico por meio do exercício do raciocínio. Portanto, precisa oferecer uma aprendizagem centrada nas evoluções tecnológicas e na interdisciplinaridade, formando seres capazes e preparados para viver e agir nesse mundo cada vez mais complexo, onde as coisas evoluem e modificam rapidamente.
 De acordo com Moran, As mudanças na educação dependem também dos alunos. Alunos curiosos e motivados facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador. Alunos motivados aprendem e ensinam, avançam mais, ajudam o professor a ajudá-los melhor. Página 15 de famílias abertas, que apoiam as mudanças, que estimulam afetivamente os filhos, que desenvolvem ambientes culturalmente ricos, aprendem mais rapidamente, crescem mais confiantes e se tornam pessoas mais produtivas (MORAN, 2000, p.17-18). As Novas Tecnologias no ensino da Matemática devem ser utilizadas como aliada na construção de verdadeiros conhecimentos, preparando o cidadão do futuro para uma vida social e profissional plena através de um ambiente de aprendizagem virtual, possibilitando ao aluno de hoje, viajar no mundo virtual mesmo habitando uma sala fria e restrita a poucos seres humanos, mas cheia de computadores capazes de nos levar a qualquer lugar ou simplesmente falar com uma pessoa do outro lado do mundo.
 O surgimento das novas tecnologias na educação matemática O surgimento das Novas Tecnologias na Educação Matemática teve início no ano de 1970 por meio de programas implantados pelo Ministério da Educação e Cultura com o intuito que promover inovação e evolução no ensino. O Programa Nacional de Informática na educação (PROINFO) foi criado e lançado no país por volta de 1997, pela secretária de Educação à distância do Ministério da educação. Esse programa é responsável em implantar dentro das escolas o serviço de informática, desencadeando a verdadeira inclusão das Novas Tecnologias na sala de aula (BRASIL, 2000). Embora os governos Federais e Estaduais tivessem a responsabilidade em oferecer toda a estrutura física e legal para que as instituições escolares pudessem desenvolver um trabalho voltado para a informatização escolar, tal iniciativa não foi suficiente para que a qualidade do ensino fosse atingida nas instituições escolares (estaduais e municipais), pois as falhas e os prejuízos foram pontuando problemas e preocupações.
 A principal questão consiste em: Será que as escolas, os gestores e, principalmente os professores estão preparados para desempenhar essa nova função dentro da educação atual? Será que os professores possuem formação para utilizarem as Novas Tecnologias na educação matemática no Ensino Médio?  Página 16 Que a educação tem passado por momentos revolucionários que nos fazem pensar, organizar e traçar um plano de ação sobre todas essas tecnologias que estão batendo em nossas portas e que os professores reconhecem a importância de um ensino informatizado, isso é fato. Agora, será que esses profissionais possuem o amparo e o apoio para assumir essa nova responsabilidade? Acredita-se que uma das barreiras mais difíceis nessa situação escolar consiste no fato de que nossa sociedade precisa mudar de pensamento, na forma de agir, conscientizar-se de que essa realidade ter que ser assumida, que não pode ser mais adiada ou ignorada pelos educadores, pelos governantes e, também, pela sociedade em geral.
Dessa forma, o espaço escolar deve ser reestruturado não só fisicamente. Professores e gestores devem planejar e desenvolver ações a fim de qualificar profissionais que possam atender a essa demanda educativa, incorporando a realidade virtual no ensino e na aprendizagem, no currículo escolar, nas metodologias inovadoras. Como? Promovendo formação adequada aos profissionais de Matemática, fazendo alianças e parcerias e, assim adequando o espaço escolar às necessidades dos educandos.
A realidade é que se escreveu muito pouco disso. Necessita-se de avaliações e pesquisas exaustivas e profundas sobre o impacto das NTIC na sala de aula e nos sistemas educacionais. Elas nos dariam clareza sobre os motivos dos acertos e fracassos, assim como sobre os desafios que devemos enfrentar. Entretanto, a falta de pesquisa sobre o impacto das NTIC não é exclusiva do setor educativo: existe uma preocupante ausência de estudos que analisem as NTIC em relação às transformações sociais, políticas e culturais que elas promovem no interior de nossas sociedades, e em consequência, [que permitam] identificar as responsabilidades e desafios educativos implicados com intuito de promover maior justiça social e progresso democrático (TEDESCO, 2004, p. 98) Para que as Novas Tecnologias no ensino da Matemática possam ser satisfatórias é preciso equipar e manter nossos estabelecimentos de ensino com condições adequadas para o pleno atendimento da demanda escolar, oferecer qualificação profissional aos professores e, promover mudanças culturais, valorizando o educador.  
Página 17 A própria visão do professor disseminada na sociedade, com salários baixos, falta de reconhecimento e de condições de trabalho diferenciado, e os longos períodos de greve por piso salarial, ao mesmo tempo em que fizeram avançar a luta dos professores da rede pública, serviram também para expor publicamente a condição de trabalho e as necessidades básicas da educação, não atendidas (SOARES, 2006, p. 106). Enfim, é importante compreender que para uma proposta pedagógica no ensino da matemática utilizando os recursos tecnológicos como ferramentas de auxílio à aprendizagem não são necessários somente condições favoráveis, equipamentos e materiais, mas principalmente, o querer do profissional da matemática em oferecer um ensino voltado à realidade social atual.
 A matemática e as novas tecnologias As instituições escolares precisam evoluir e acompanhar o desenvolvimento social do país, onde as novas tecnologias da informação estão cada vez mais presentes e transformando espetacularmente a comunicação, o trabalho, a decisão e modo de pensar das pessoas (PERRENOUD, 2000). Não podemos mais negar a importância do ensino da Matemática na atualidade e na vida de cada ser humano. Porém, a disciplina de matemática sempre foi o bicho de sete cabeças para muitos alunos ao longo da sua formação.
E essa perspectiva está atrelada à má formação por parte de alguns professores de matemática que atuam no ensino da matemática oferecendo as respostas prontas, não oportunizando que o aluno construa seus próprios conceitos. De acordo com Valente (1999, p.34-35), ensinar Matemática dentro das nossas escolas hoje, é promover o desenvolvimento disciplinado do raciocínio lógico dedutivo, ou seja, o ensino tradicional de Matemática está ultrapassado e fora de uso. São inúmeros os problemas que decorrem da questão: evasão escolar; pavor diante da disciplina; medo e aversão à escola, dentre outros.
 Em larga medida, o problema pode estar atrelado a uma metodologia amplamente adotada nas escolas para o ensino em geral e especificamente para o da Matemática (VALENTE, 1999, p. 78). Com Valente (1999), pode-se afirmar que o matemático, ao "fazer" Matemática, pensa, raciocina, usa a imaginação e a intuição, para, através de "chutes" sensatos, Página 18 ensaios de tentativa de acerto e erro, uso de analogias, enganos, incertezas, organizar a confusão inicial do próprio pensamento. É assim, que a matemática é desenvolvida, mas na sala de aula é transmitida de forma "pronta ou técnica" como se o aluno fosse um bando de dados passivo. Machado (apud PAIS, 1999, p. 9) afirma: [...] de uma forma geral, há um descontentamento com o ensino da Matemática em todos os níveis de escolaridade; o seu significado real, a sua função no currículo escolar passam a ser questionados e pesquisados de uma forma mais consciente, pontual e contextualizada. É preciso que as inovações tecnológicas devam ser encaradas de forma a contribuir no espaço escolar.
Não podem ser vistas com olhos de reprovação ou desdém. Mudanças devem ser vistas com otimismo e principalmente aceitas e introduzidas no âmbito escolar a fim de promover a verdadeira educação a serviço do bem comum na busca de construir um futuro melhor, uma sociedade mais humana e igualitária.
 Nosso dever como cidadão é contribuir para que nosso País se modernize de forma geral na educação e, principalmente que estejamos preparados para aceitar essa evolução que se consiste em uma ação irreversível em franca execução e expansão. Valente (1999) ressalta que o computador já faz parte do cenário da escola e que o mesmo consiste na oportunidade de organizar e desenvolver novas metodologias no ensino a fim de melhorar os resultados do aprendizado da disciplina de matemática. O computador abre o espaço para a construção de novas e necessárias mudanças no ensino, mas ele não é o único responsável e mentor para a resolução de todos os problemas educacionais de nosso país como afirma Cotta (2002, p. 20 e 21): [...] a introdução do computador na sala de aula, por si só, não constitui nenhuma mudança significativa para o ensino.
 O salto qualitativo no ensino da Matemática poderá ser dado através do aproveitamento da oportunidade da introdução do computador na escola, o que certamente favorecerá mudanças na pedagogia e poderá resultar em melhora significativa da educação. Para tanto, talvez seja mais realista pensar no aproveitamento de técnicas tradicionais para ir, aos poucos, introduzindo inovações pedagógicas e didáticas.
É importante salientar que não é uma simples máquina que vai fazer com que uma criança dotada de Inteligência possa aprender determinados conceitos matemáticos Página 19 e sim desenvolver um raciocínio onde ela possa criar conjecturas, abstrair suas ideias tornando-as conhecimentos formais com ajuda do computador. A Revolução Tecnológica aconteceu a partir do século XXI e, com ela, fica cada vez mais difícil ficar sem o uso dessa ferramenta em nosso cotidiano. Essa tendência é inegável para os seres humanos. Na escola, não poderia ser diferente com a facilidade de informação.
Portanto, é preciso estar preparado para encarar os novos desafios a fim de utilizar as Novas Tecnologias a serviço de um ensino de qualidade, tanto aos docentes como os discentes. Então é importante estar a par das transformações e tentar entendê-las. Para que possamos oferecer ao aluno um ensino de qualidade frente às Novas Tecnologias é imprescindível que estejamos preparados e habilitados para se trabalhar nesse inovador método de ensino e aprendizagem.
Estar inserido nesse novo meio quer dizer não deixar de usar as tecnologias já existentes e sim, introduzi-las e ter o conhecimento técnico para utilizá-las e para desenvolver atividades pedagógicas eficientes. Ninguém é capaz de ensinar aquilo que não aprendeu. Somente se ensina o que se conhece. E, para se trabalhar com Novas Tecnologias é preciso ter conhecimento técnico e, assim saber lidar como toda essa informatização de forma a produzir bons frutos com essa prática que é tão prazerosa e nos mostra na prática o que a teoria nos ensina. Considerações finais A educação precisa acompanhar as mudanças sociais e culturais de nossa sociedade, embora não podemos negar que nossa atual sociedade caminha a passos longos rumo à introdução de Novas Tecnologias no ensino de Matemática, principalmente no Ensino Médio. Para que nossos professores não sejam excluídos do mundo digital precisamos mudar as práticas educacionais e aceitar as Novas Tecnologias no ensino da Página 20 Matemática como uma realidade possível, necessária e urgente nos bancos escolares. Para que essas transformações aconteçam e a inovação se faça presente no ambiente escolar, a formação dos professores merece ser destacada, pois as Instituições de Ensino Superior que preparam professores devem se responsabilizar pela formação adequada que oriente e prepare cada aluno (futuro docente) para ser capaz de estar apto e com habilidades no uso dessas Novas Tecnologias.
Para que o professor utilize o computador como um instrumento que pode facilitar e contribuir na construção de aprendizagens é preciso que ele esteja sensibilizado e comprometido com uma educação de qualidade. Essa realidade só será possível a partir da conscientização do educador. Caso contrário, será em vão todo o investimento que a escola está fazendo em novos recursos tecnológicos e os alunos continuam abandonados à própria sorte, sem o devido auxílio e orientação.
 Estudar métodos "inovadores" na construção do conhecimento é complexo e sistemático. Introduzir um novo método é mexer com as estruturas já existentes e cômodas a grande maioria dos docentes. Estabelecer com eles uma relação que ajude a romper as barreiras das práticas educativas, e que estabeleça uma cumplicidade num esforço comum na descoberta que as Novas Tecnologias no ensino de Matemática consistem em uma forma, ou seja, um meio transformador e atrativo para as crianças e jovens.
Dessa forma, torna-se necessário que haja uma boa formação dos professores. Para que cada vez mais esteja apto e habilitado e com o comprometimento de inserir práticas educativas mediante o uso das Novas Tecnologias no ensino de Matemática. Portanto, é necessário o conjunto de ações: políticas públicas, apoio da equipe diretiva e funcionários da escola, aparato ferramental para torna o ensino aprendizagem cada vez mais satisfatório e tornando os discentes capazes de estarem inseridos em uma sociedade cada vez mais tecnológica. Página 21 Referências COTTA, Alceu Júnior. Novas Tecnologias Educacionais No Ensino de Matemática: estudo de caso - Logo e do Cabri-Géomètre.

 Dissertação de Mestrado. Florianópolis, 2002. CORTELLA, Mário Sérgio. Informatofobia e Informatolatria: Equívocos na Educação. http://www.inep.gov.br/pesquisa/bbe-online/det.asp?cod=51889&type=P. Acesso em 07 de outubro de 2012 às vinte horas. MORAN, José Manuel et al. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 6. ed. Campinas: Papirus, 2000. PROINFO: Informática e formação de professores / Secretaria de Educação a Distância. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2000. SOARES, Suely Galli. Educação e comunicação: o ideal de inclusão pelas tecnologias de informação: otimismo exacerbado e lucidez pedagógica. São Paulo: Cortez, 2006. TEDESCO, Juan Carlos (org.). Educação e Novas Tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo: Cortez. Brasília: UNESCO, 2004. VALENTE, José Armando (org.). O computador na sociedade do conhecimento

RESUMO DO ARTIGO I

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS ACADÊMICA
MARIA NAUSA XAVIER SOUSA
DISCIPLINA: ESTAGGIO II
PROFESSOR:  PAULO ALEXANDRE
O USO DE TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA
RESUMO DO ARTIGO 1:
 O presente estudo pretende analisar o uso das tecnologias em sala de aula no Ensino Médio - a exemplo dos celulares - e relacioná-las com o processo de ensino e aprendizagem, considerando alguns elementos que viabilizem o aprendizado de forma diferenciada, proporcionando ao aluno aulas mais dinâmicas, que o ajude a aprender melhor os conteúdos e refletir sobre os problemas apresentados. Igualmente, este artigo considera que através dos recursos tecnológicos disponíveis em sala de aula e os recursos que os alunos possuem, podemos auxiliar no seu aprendizado, tanto das questões científicas, quantos das questões cotidianas, geradas no senso-comum. PALAVRAS-CHAVE: Tecnologias. Ensino e Aprendizagem. Aprendizagem Científica. Senso-Comum.
INTRODUÇÃO
 O tema abordado nesse artigo tem relação com o uso das tecnologias em sala de aula no Ensino Médio, nas aulas de Sociologia, em especial no colégio onde realizei a disciplina de estágio. Durante o estágio foi observado que no momento das aulas, muitos alunos fazem uso de aparelhos eletrônico. Deste modo, o artigo visa analisar como pode ser trabalhado pedagogicamente o uso dos aparelhos eletrônicos trazidos pelos alunos à sala de aula, para uma aula muito mais produtiva, mais crítica, que remeta melhor ao aluno reflexões sobre a temática aplicada pelos professores. 1 Artigo apresentado no V Seminário de Estágio do Curso de Ciências Sociais do Departamento de Ciências Sociais, no dia 23 de novembro de 2012, no CCH/UEL.
Orientadora: Prof.ᵃ Dra. Ângela Maria de Sousa Lima. 2 Licenciado em Ciências Sociais, pela Universidade Estadual de Londrina. Contato: warriors_mtrc@hotmail.com 2 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Também queremos perceber como professores e equipe pedagógica do colégio estão preparados frente ao desafio de inserir a tecnologia como mediadora de um conhecimento científico. Portanto, este artigo tem como objetivo analisar o uso de Tecnologias em sala de aula no Ensino Médio, nas aulas de Sociologia do Colégio Estadual onde realizei o estágio da licenciatura e onde foi feito essa pesquisa, além de investigar como essas tecnologias que os alunos trazem para sala de aula podem auxiliar em seu aprendizado. Durante o estágio no colégio pode-se observar que em sala de aula muitos problemas ocorrem durante as aulas, fazendo com que alguns alunos se dispersem do conteúdo dado, como as conversas paralelas, brincadeiras e um dos fatores principais foram os aparelhos eletrônicos utilizados por eles, como os celulares com fone de ouvidos, MP3 e MP4, caixinhas de som entre outros.
O ponto de partida da pesquisa é analisar o que alunos, professores e equipe pedagógica entendem por tecnologia e quais tipos de tecnologias disponíveis em sala de aula no Ensino Médio Público. A pesquisa levará em questão o fato da tecnologia trazida pelo aluno na sala de aula ser usada como forma de entretenimento e, consequentemente, atrapalhar a concentração do educando nas aulas, segundo a percepção de alguns professores. Depois, a pesquisa deverá focar na questão de como a tecnologia pode ser usada em favor da educação e como os recursos trazidos pelos alunos nas aulas poderão ser usados em favor da produção de conhecimento. Uma das grandes preocupações dos professores do Ensino Médio é manter a atenção dos alunos nas aulas, sobretudo nas aulas de Sociologia que “aparece para alguns alunos como uma disciplina “chata”, sem sentido prático e desfocada de todos os outros conteúdos”, segundo Tomasi (2004, p.164). Esta frase foi utilizada no livro A Sociologia vai à Escola, por Luís Fernando de Oliveira e Ricardo Cesar Rocha da Costa no capitulo: Material didático, novas tecnologias e ensino de sociologia. 3 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Os aparelhos eletrônicos em sala de aula são um convite à distração, durante as aulas, utilizados em excesso por muitos alunos e muitas vezes prejudicam o aprendizado. Verifiquei que na sala, durante as aulas, muitos alunos estão com celulares em mãos, jogando, mandando mensagens, ouvindo músicas com fones de ouvido e até mesmo atendendo ligações, se distraindo. Também observei as conversas paralelas que tiram a atenção de alguns estudantes e fazem que eles não se concentrem e, muitas vezes, acabam por não aprenderem o conteúdo apresentado. Teve uma vez que em uma das aulas de observação, um aluno do 2° ano vespertino atendeu o celular durante uma avaliação de Sociologia, a professora pediu para ele desligar o celular, pois não era hora de atender e ele retrucou com ela e não desligou, ela tomou a prova e não o deixou sair da sala antes de meia-hora depois da prova. Houve conversas com alguns alunos em que eles me relataram que a prática de mandar mensagens durante provas com as respostas das questões é um exercício comum entre eles na sala de aula. Além do mais, durante as observações em sala de aula do estágio, verifiquei que os alunos quando estão de blusas com toucas, colocam o fone de ouvido e ficam ouvindo músicas sem prestar atenção na aula.
Como podemos constatar, a tecnologias que os alunos trazem para sala de aula muitas vezes não estão sendo usadas corretamente em favor da educação. Outra questão são os recursos tecnológicos disponíveis no Colégio Estadual onde foi feito o estudo. Por meio desta pesquisa, me instiguei a pensar como podem ajudar nas aulas de Sociologia, em favor da aprendizagem dos alunos e também na melhor preparação dos professores frente às novas tecnologias existentes. Para tanto, também senti necessidade de analisar as regras elaboradas pela equipe pedagógica do Colégio em relação ao uso de aparelhos eletrônicos trazido pelos alunos na sala de aula. Quando estagiei nesse colégio, em 2011, na segunda parte do semestre estágio de observação, em uma das aulas de Sociologia um aluno 4 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
Estava com uma mini caixa de som com entrada para Pendrive ouvindo rap. Na hora nem me toquei, mas depois percebi que é um modelo de tecnologia portátil e potente que pode ser usado como auxílio durante a aula e assim aplicar conteúdos não apenas como recurso, mas com objetivo científico. Pensando em tudo isso, finalmente, pretendo procurar desenvolver neste artigo alternativas para que a tecnologia da escola não seja apenas um recurso em sala de aula e que as tecnologias trazidas pelos alunos não sejam apenas uma forma de entretenimento ou uma forma de distração durante as aulas, mas que ambas possam caminhar juntas para auxiliar na educação e assim melhorar a compreensão dos conteúdos aplicados nas aulas, desenvolvendo nos estudantes mais reflexões, mais críticas e mais soluções aos problemas discutidos em sala de aula. É importante constar que para desenvolver a pesquisa foram usados materiais bibliográficos relacionados ao tema tecnologia e educação, a aplicação de questionários sobre o assunto, tanto para os alunos, professores e equipe pedagógica, além de muitas horas de observação em sala de aula.
O USO DE TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA: O QUE SE ENTENDE POR TECNOLOGIA?
 A palavra tecnologia é de origem grega: tekne e significa “arte, técnica ou ofício”. Já a palavra logos significa “conjunto de saberes”. Por isso, a palavra define conhecimentos que permitem produzir objetos, modificar o meio em que se vive e estabelecer novas situações para a resolução de problemas vindos da necessidade humana.
Enfim, é um conjunto de técnicas, métodos e processos específicos de uma ciência, ofício ou indústria. Se pensarmos a tecnologia como modificadora do meio onde vivem os homens, devemos pensar que tudo é tecnologia, desde uma pedra (Idade das pedras ou pré-história) usada para utensílios e armas, até os mais modernos computadores da idade contemporânea. A tecnologia surge para facilitar a vida humana e seus afazeres, a partir do século XVIII com a Revolução Industrial e a ascensão do capitalismo às 5 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
Tecnologias desenvolvem-se em um ritmo acelerado, até atingir aos dias contemporâneos onde vemos a tecnologia muito mais avançada. Assim, a sociedade cada vez mais se torna tecnológica, inclusive na educação que necessita de especialização de suas ciências. Neste contexto, aparece um novo formato de educação, no qual giz, quadro e livros não são mais os únicos instrumentos para dar aulas que os professores possuem, necessitando assim desenvolver um conjunto de atividades didático-pedagógica a partir das tecnologias disponíveis na sala de aula e as que os alunos trazem consigo. Em sala de aula, as principais tecnologias usadas pelos professores são o quadro e o giz, pelos alunos são os materiais escolares (lápis, caneta, caderno etc.), carteiras e cadeiras. Existe ainda no colégio a TV-pendrive, o Datashow, aparelho de DVD entre outros, assim como o celular que os alunos trazem para sala de aula é a principal tecnologia que pretendo focar nesse artigo.
Segundo pesquisa feita com 26 alunos do 2° e 3° ano do Ensino Médio vespertino do Colégio Estadual pesquisado, realizada através de questionário aplicado nos dias 12 e 13/09/2012, sobre o que entendem de tecnologias, eis algumas citações feitas por eles: “Meios de facilitar a vida”; “Objetos ou equipamentos”; “Comunicação à distância”; “Aparelhos eletrônicos evoluídos”; “Celulares, televisor via satélite, informação e transporte”; “Sistema avançado”; “Aparelhos criados pelo homem com o objetivo de buscar respostas mais rápidas, conhecimento acumulado em um aparelho”; “Tudo que se pode ligar a energia é tecnologia”; “Tudo ao nosso redor é tecnologia”; “Está acabando com o mundo e ao mesmo tempo ajudando”; “Tecnologia pode ser um dos melhores meios para aprender, se forem bem utilizados”. “Impossível viver sem ela”. (Entrevista realizada com alunos em 10 e 11/09/2012, no Colégio Estadual onde foram realizados os estudos relacionados ao artigo).
Através das citações notamos que os alunos, como boa parte das pessoas, entendem que tecnologias são todos os aparatos modernos, elétricos 6 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. e eletrônicos que facilitam a vida, o trabalho e a comunicação dos seres humanos em seu cotidiano. Não se deve pensar a tecnologia em sala de aula apenas os recursos eletrônicos, pois para os educadores, livros, giz e quadro também são tecnologias, utilizadas em sala de aula, assim como para os alunos caderno, lápis, canetas e etc., também são tecnologias. Notamos que dentro da sala de aula existem diversos tipos de tecnologias, da mais simples como o giz, até as mais evoluídas como o Datashow.
TECNOLOGIA EDUCACIONAL: A RELAÇÃO ENSINO E APRENDIZAGEM
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacional de Educação para o Ensino Médio: Concretamente, o projeto político-pedagógico das unidades escolares que ofertam o Ensino Médio deve considerar: VIII – utilização de diferentes mídias como processo de dinamização dos ambientes de aprendizagem e construção de novos saberes (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio 4/5/2011 - Projetos Políticos Pedagógicos/Cap. VIII). Essa consideração apontada pelas Diretrizes Curriculares enfatiza a necessidade de análise das tecnologias em sala de aula, não apenas as que os colégios disponibilizam e sim também as que os alunos utilizam durante as aulas como os celulares e trabalha-las na construção de novos saberes. Entende-se por tecnologia educacional, o conjunto de técnicas, processos e métodos que utilizam meios digitais e demais recursos como ferramentas de apoio aplicadas ao ensino, com a possibilidade de atuar de forma metódica entre quem ensina e quem aprende.
Quando se pensa as tecnologias em Sala de Aula, vem à ideia e muito dos estudos falam sobre as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação). Não é bem esse modelo de tecnologia que pretendo debater e sim as tecnologias trazidas pelos alunos em sala de aula como os celulares e aparelhos reprodutores de jogos e músicas, que estão acessíveis no cotidiano dos alunos e que podem ajudá-los em seu aprendizado. 7 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
Devemos considerar que os estudos em relação ao uso de Tecnologias em sala de aula, abordam as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), tais como quadros digitais, computadores, entre outros, tecnologias que não são acessíveis a todas as escolas e dificilmente falam de aparelhos como celulares, Mp3 e Mp4 que estão diretamente em posse dos alunos. “As novas tecnologias surgem com a necessidade de especializações dos saberes, um novo modelo surge na educação, com ela pode-se desenvolver um conjunto de atividades com interesses didático-pedagógica”. (LEOPOLDO, 2004, p.13). Os professores, neste contexto de mudança, precisam saber orientar seus alunos sobre onde e como colher informações, como tratá-las e como utilizá-las, ensiná-los a pesquisarem.
A pesquisa pode ser um componente muito importante na relação dos alunos com o meio em que vivem e com a ciência que estão aprendendo. A pesquisa pode ser instrumento importante para o desenvolvimento da compreensão e para explicação dos fenômenos sociais. (Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2006, p. 125 e 126). Os discentes precisam de orientações e acompanhamento dos docentes, para aprender a pesquisar, transformar as informações adquiridas, tanto as científicas, quanto as que vivem cotidianamente, aliando os recursos tecnológicos que possuem e assim refletir e compreender os acontecimentos da sociedade. Juntamente com as instituições educacionais, os professores precisam enfrentar o desafio de incorporar as novas tecnologias como conteúdo de ensino e aprendizagem, preparando o aluno para além de pesquisar, pensar, resolver os problemas e as mudanças que acontecem ao seu redor. Os docentes devem ficar atentos em relação às tecnologias trazidas pelos alunos em sala de aula, segundo a pesquisa realizada com 26 alunos do Ensino Médio vespertino do Colégio Estadual pesquisado, 22 deles trazem celulares e reprodutores de jogos e músicas na sala de aula. 8 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Os educadores precisam trabalhar esses números em favor de suas disciplinas, pois como notamos, é um número elevado de alunos que possuem esses aparelhos e muitos deles têm acesso à internet, outro instrumento que pode ser utilizado em sala de aula para pesquisas. A educação em suas relações com a Tecnologia pressupõe uma rediscussão de seus fundamentos em termos de desenvolvimento curricular e formação de professores, assim como a exploração de novas formas de incrementar o processo ensino-aprendizagem. (CARVALHO, KRUGER, BASTOS, 2000, p. 15).
Os autores acentuam a necessidade da formação dos professores quanto às tecnologias que se apresentam em sala de aula, mesmo quando se pensa nas TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) como os computadores, até quando se pensa nos aparelhos celulares, mais acessíveis em sala de aula, ou seja, os professores precisam preparar-se frente à realidade tecnológica da escola e dos próprios alunos. As tecnologias usadas pelos professores durante as aulas podem ajudar a estabelecer um elo entre conhecimentos acadêmicos, com os adquiridos e vivenciados pelos alunos, ocorrendo assim transições de experiência e ideias entre professor e aluno, como exemplo a TV-pendrive.
Violino (2012) apresenta a TV-pendrive como novo aliado no exercício educacional: A TV-pendrive, pode ser pensada como uma aliada nesse sentido, pois é um objeto presente no cotidiano do aluno que prende vários de seus sentidos no momento de transmissão. [...] Pensando de forma educativa, podemos utilizar esse recurso para transmitir conteúdos selecionados como objetivo de alargar a visualização de um problema a ser estudado. (VIOLIN, 2012, p. 345). A TV-pendrive é um instrumento ligado diretamente ao Ensino e Aprendizagem, pois se encontra em praticamente todas as salas de aula dos 9 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Colégios Estaduais e é o recurso tecnológico mais utilizado pelos professores durante seus ensinamentos.
Trazer a TV ou o cinema para a sala de aula não é apenas buscar um novo recurso metodológico ou tecnologia de ensino adequado aos nossos dias, mais palatáveis para os alunos – e o público –, que são condicionados mais a ver do que a ouvir, que têm a imagem como fonte do conhecimento de quase tudo. Trazer a TV e o cinema para a sala de aula é submeter esses recursos a procedimentos escolares – estranhamento e desnaturalização. (Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2006, p.129). Essas ferramentas em sala de aula tornam-se fortes aliadas do professor, pois permitem, através dele o trabalho com músicas, filmes e imagens, trabalharmos o conteúdo de modo mais vivo e dinâmico. No entanto, na pesquisa realizada os professores afirmaram serem os aparelhos que mais dão problemas, pelo fato de não lerem alguns arquivos.
A TV e o cinema na escola têm essa dupla disposição: entrar e se chocar com as formas tradicionais do ensino, incorporando as imagens ao ensino predominantemente auditivo; mas entrar na escola para sair de outro modo: sair da escola para se chocar com as formas convencionais da assistência. (Orientações Curriculares para o Ensino Médio, 2006, p. 129). Percebemos o quanto foi e é importante a inclusão dos recursos tecnológicos na sala de aula como a TV, o DVD, o DATA-SHOW, dinamizando os conteúdos aplicados pelos professores. Assim como notamos como existe uma real necessidade de agrupar os recursos tecnológicos que os alunos possuem como (ex: os celulares) nesse processo para ensinar e aprender. 10 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
COMO TRABALHAR OS RECURSOS TECNOLÓGICOS QUE OS ALUNOS TRAZEM EM SALA DE AULA PARA DESENVOLVIMENTO DAS AULAS?
Através da pesquisa com os alunos, diversas opiniões foram citadas para essa questão como: “calculadora, músicas para ouvir relacionadas ao tema estudado, imagens, notícias atuais, lembretes de provas e trabalhos, fotografar eventos, pesquisas de vídeos na internet e filmar aulas”. (Entrevista realizada em 10 e 11/09/2012, com alunos do 2° e 3° ano do Ensino Médio vespertino do Colégio Estadual pesquisado para desenvolvimento do artigo). No entanto, dentro da sala de aula a realidade é outra, o que se presencia realmente é o uso desses recursos eletrônicos como distração, forma de ignorar a aula do professor que alguns alunos consideram desinteressante, existem relatos por parte dos mesmos evidenciando o uso desses aparelhos eletrônicos para colarem nas provas. Os alunos usam bastante os celulares na escola, como a pesquisa revela, primeiramente para mandar mensagens, em segundo para ouvir música e em terceiro para telefonar, conforme mostra a tabela abaixo.
TABELA 1: DURANTE A AULA VOCÊ COSTUMA:
Enviar SMS Sim: 17 alunos Não: 08 alunos Não Costumam: 01 aluno Telefonar Sim: 09 alunos Não: 16 alunos Não Costumam: 01 aluno Ouvir Músicas Sim: 16 alunos Não: 09 alunos Não Costumam: 01 aluno Total de 26 alunos pesquisados Fonte: Dados de Pesquisa colhidos em entrevista realizada entre os dias 10 e 11/09/2012 no Colégio Estadual fonte de pesquisa para o artigo. 11 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Para duas professoras, uma de Sociologia e outra de Filosofia do colégio pesquisado, perguntamos sobre a questão de como trabalhar recursos tecnológicos trazidos pelos alunos em sala de aula.
As respostas foram bem semelhantes. As professoras acham possível utilizar os recursos tecnológicos trazidos pelos alunos na sala de aula em favor de disciplina que lecionam, através de pesquisas, incentivando a crítica e a criatividade dos estudantes. Porém, em sala de aula não se vê esse tipo de prática. Os alunos usam seus aparelhos para outras funções e pouco se presencia o professor propondo trabalhar com tais recursos tecnológicos. Porém, não é uma tarefa tão simples, pois necessita a construção de um projeto educacional coletivo que inclua a tecnologia como mediadora do ensino-aprendizagem. A pesquisa realizada com a equipe pedagógica do Colégio onde realizei o estágio revelou uma informação importante.
Questionados sobre quais propostas pedagógicas eles teriam em relação ao uso de aparelhos eletrônicos trazidos pelos alunos em sala de aula, estes afirmaram: A equipe pedagógica não possui nenhuma proposta relacionada aos aparelhos eletrônicos trazidos pelos alunos em sala de aula, pois pode dispersar o aluno em relação ao conteúdo dado, porém podemos viabilizar propostas de uso dos aparelhos eletrônicos que os alunos trazem para sala de aula em favor da educação. (Entrevista realizada no dia 11/09/2012 com equipe pedagógica do Colégio Estadual pesquisado em 2012). Por mais que a equipe pedagógica esteja ciente de que os aparelhos eletrônicos são trazidos e utilizados pelos alunos durante as aulas, eles recomendam que se desliguem os aparelhos e o utilizem fora da sala de aula. Então, compreendemos que ainda não existem, por parte dos professores e nem da equipe pedagógica, nenhuma proposta concreta em relação ao uso das tecnologias trazidas pelos alunos em sala de aula. O que se presencia no cotidiano escolar do colégio é a real necessidade da elaboração de um projeto educacional, que incluam as 12 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Tecnologias que os alunos trazem para a sala de aula, pois elas estão presentes durante as aulas.
COMO CONSTRUIR UM PROJETO EDUCACIONAL COLETIVO QUE INCLUA A TECNOLOGIA TRAZIDA PELOS ALUNOS, EM SALA DE AULA COMO AÇÃO MEDIADORA DO ENSINO-APRENDIZAGEM?
 Certamente que em sala de aula cerca de cem por cento dos alunos possuem algum tipo de tecnologia, como celulares, reprodutores de MP3 e MP4, entre outros aparelhos. Devemos pensar em como trabalhar essas tecnologias em favor da educação. Creio que a alternativa é construir um trabalho coletivo entre equipe pedagógica, professores e alunos. Primeiro, seria necessário conscientizar os alunos de que as tecnologias que trazem a sala de aula podem ser muito úteis para trabalhar os conteúdos aplicados pelos professores e incentivar seu uso. Também nos parece pertinente orientá-los que dentro de sala de aula esses aparelhos não devem ser usados para jogar, telefonar, enviar mensagens e ouvir músicas ou outras maneiras que o façam não prestarem atenção na aula. Interessante organizar oficinas e palestras em relação à temática ao uso de tecnologias em sala de aula, para que os alunos estejam informados sobre a importância e a diferença que as tecnologias que trazem a sala podem proporcionar em relação ao ensino e aprendizagem. Ou ainda, incentivar o uso das tecnologias através de pesquisas sobre o conteúdo apresentados, com músicas que trabalham a temática dada, com filmagens de aulas e eventos, assim como também trabalhar bastante com imagens. Por exemplo, as fotografias que existem tanto no passado como no presente, podendo auxiliar na análise de fenômenos sociais antigos e atuais, além de documentar acontecimentos do cotidiano, lembrando que os celulares possuem câmeras fotográficas. É importante ensinar o estudante a pesquisar, trabalhar conteúdos e informações de forma racional, desenvolvendo nele uma visão mais reflexiva e mais crítica em relação ao conteúdo que lhe é apresentado; que a tecnologia 13 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
Trazida por ele possa proporcionar-lhe melhor compreensão dos conteúdos, através de pesquisas e de seus esforços. A pesquisa é muito importante na relação dos alunos com aquilo que vivem cotidianamente e com o que aprendem no colégio. Portanto, o professor deve incentivar o uso dos recursos tecnológicos, além de textos, livros, revistas e etc. O professor precisa ensinar o aluno a fazer pesquisa sociológica e científica, pressupondo conceitos, temas, teorias e métodos, para melhor compreensão e explicação dos fenômenos sociais, incorporando a tecnologia que o aluno traz na sala de aula, foco central do artigo, como mediador no ensino e na aprendizagem.
Minayo, em relação à pesquisa, destaca: Entendemos por pesquisa a atividade básica da ciência na sua indagação e construção da realidade. É a pesquisa que alimenta a atividade de ensino e atualiza frente à realidade do mundo. Portanto, embora seja uma prática teórica, a pesquisa vincula pensamento e ação. (MINAYO, 2011, p.16). A autora enfatiza a importância da pesquisa para a construção cientifica da realidade cotidiana do aluno, para a formação de seu pensamento e de sua ação. Assim, temos que buscar, através dos meios tecnológicos que os alunos trazem a sala de aula, agregar a cientificidade na pesquisa levantada pelos mesmos e estimular a quebra do pensamento de senso-comum. Ela continua: “nada pode ser intelectualmente um problema se não tiver sido, em primeiro lugar, um problema da vida prática”. (MINAYO, 2011, p.16). Aquilo que os alunos trazem do dia-dia para dentro da sala de aula, como problemas e conflitos, chegam adicionados de senso-comum, muitas vezes sem pesquisa prévia, método e teoria, porém relevantes para a elaboração da pesquisa científica. Deste modo, a implantação de um projeto educacional coletivo que inclua a tecnologia trazida pelos alunos em sala de aula como ação mediadora do ensino-aprendizagem se faz necessário, contudo incentivando a pesquisa científica, a reflexão, crítica e soluções dos 14 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Conteúdo apresentado em sala de aula e as que os discentes vivem no cotidiano.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 Os estudos sobre tecnologias e educação que tratam das TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação) dentro de sala de aula, como o quadro digital, a caneta digital, o notebook, a internet entre outras tecnologias, não são reais nas salas dos colégios da rede pública de ensino onde estagiamos, portanto não são as tecnologias que foram debatidas no artigo.
No presente artigo, sobre “O uso de tecnologias em sala de aula”, ficou evidente a preocupação acerca de tecnologias acessíveis aos alunos, como os celulares, MP3, MP4, que os alunos possuem na palma da mão, pois de certa forma elas já são usadas para distração e entretenimento. Vemos que no Colégio onde se realizou a pesquisa para o presente artigo, recursos tecnológicos como TV-pendrive, DVD, Datashow, são bastante solicitados pelos professores durante suas aulas.
No entanto, dentro da sala de aula, é presença constante para muitos alunos os celulares em mãos, mandando e recebendo mensagens, ouvindo músicas e até fazendo ligações, o que pode prejudicá-los no ensino, caso tais instrumentos não sejam incorporados como tecnologias de aprendizagem. No colégio há a recomendação por parte da equipe pedagógica - e não seguida por alguns estudantes - de desligarem os aparelhos ao entrarem em sala de aula. Constatamos também que existe a necessidade de políticas mais democráticas dentro do colégio que busquem trabalhar com essa tecnologia trazida pelos alunos para sala de aula, desenvolvendo estudos mais dinâmicos, buscando trabalhar o lado reflexivo e crítico do educando. Logo, trabalhar juntos (equipe pedagógica, professores e alunos) se torna fundamental para desenvolvimento de políticas mais conscientizadoras, que possam agregar a tecnologia que o discente traz para a sala de aula à metodologia e ao conteúdo 15 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012.
Aplicado e planejado pelo docente, dinamizando os recursos que os discentes possuem. Portanto, a relação educação e tecnologia no Ensino Médio necessita de uma análise mais aprofundada, pois a tecnologia está nas mãos dos alunos, nas salas de aula, sem, no entanto, ser ainda ser usada de forma criativa para melhorar a educação e o aprendizado. Se a tecnologia que os alunos trazem para sala de aula serve como forma de distração em relação ao conteúdo aplicado, há à necessidade de rever tais atitudes, para que os estudantes possam aprender a pesquisar e analisar informações adquiridas com os aparelhos que trazem para a aula e assim o ensino se tornará mais interessante a eles, pois os meios tecnológicos mudam a rotina dos mesmos.
REFERÊNCIAS BASTOS
João Augusto de Souza Leão de Almeida, org.; Y. Shimizu. Ver.- Curitiba: CEEFET-PR, 2000. 99p: Il – (coletânea “educação e tecnologia” CEEFET-PR). CEEFET-PR, Desafios da apropriação do conhecimento tecnológico: publicação do Programa de Pós-graduação em tecnologiaPPGTE/ CEFET-PR. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio 4/5/2011. Projetos Políticos Pedagógicos/ Cap.: VIII (Pág. 38).
 Equipe Técnica do DPEM/ NETO, Alípio dos Santos; LAZZARI, Maria de Lourdes; QUEIROZ, Maria Eveline Pinheiro Villar de; AMARAL, Marlúcia Delfi no; ARAÚJO, Mirna França da Silva de; NETO, Pedro Tomaz de Oliveira. CARVALHO, Marilia G.; Bastos, João A. de S. L., Kruger, Eduardo L. de A./ Apropriação do conhecimento tecnológico. CEEFET-PR, 2000. Cap. Primeiro LEOPOLDO, Luís Paulo- Novas Tecnologias na Educação: Reflexões sobre a prática. Formação docente e novas tecnologias. LEOPOLDO, Luís Paulo Mercado (org.). - Maceió: Edufal, 2002. Cap. 1 Leopoldo, Luís Paulo/ Formação docente e novas tecnologias. 2002 MINAYO, Maria Cecília de Souza; GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. ;/ PESQUISA SOCIAL- Teoria, método e criatividade. /MINAYO, 16 2 Edição Nº. 2, Vol. 1, jul. Dez. 2012. Maria Cecília de Souza; Cap.: 1- O Desafio da Pesquisa Social- Petrópolis: Vozes, 2011. MULLER, Lindamir M. M., A incerteza de Saber: Reflexões sobre a realidade tecnológica, a consciência e o mundo do conhecimento. – CEEFET-PR, 2000. Cap. Quinto OLIVEIRA, Luiz F. de. Costa, Ricardo C. R. da.

 A Sociologia vai à escola. Material didático, novas tecnologias e ensino de sociologia. Rio de Janeiro: Quartet/ Faperj, 2009. Orientações Curriculares para o Ensino Médio. Volume 3: Ciências Humanas e suas tecnologias Brasília-2006. Ciências humanas e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. RIBEIRO, Antônia. Tecnologias na sala de aula: u

PRÉ-PROJETO DE OFICINA PADAGOGICA


O USO DA TECNOLOGIA DIGITAL NOS JOGOS MANGAHIGH NOS ESTUDOS DE MATEMÁTICA NA ÁREA DE FRAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

Paulo Alexandre oliveira, professor do curso de licenciatura em matemática-plano nacional de formação de professores, da educação básica do Tocantins.
Maria Nausa Xavier Sousa, estudante em licenciatura em matemática-plano nacional de professores da educação básica da universidade federal do Tocantins. Ano 2017.


                                                       Xavierzinha1247@gmail.com

RESUMO:

        Este artigo trabalha a tecnologia digital, linguagem que permite os mangahigh a reconstrução da realidade atual. Por meio desse método procurar trazer esse método para sala de aula de maneira didática e lúdica e prazerosa. Com o objetivo de agilizar o estágio com os jogos digitais.
      O mangahigh que consiste em conjunto de jogos educativo digitais e matemáticos. Estes jogos digitais, segundo os estudiosos foi criado por TOPY ROWLAND é considerado o fundador Mangahigh, o uso desse jogo, segundo ele, é m desafio criar espaço de motivação para o ensino matemáticos. Jogos esse potencial é influente em pontos positivos e renovador sobre o sentimento dos alunos facilitando de maneira lúdica e prazerosa para aprender e assim formar cidadãos brilhantes.
       Este artigo investiga-se elementos tecnológicos facilitando aprendizado com rapidez e dinâmico, busca um processo claro e objetivos. Com clareza aplicando teorias e tecnologia aliada no uso dos jogos digitais matemáticos.
       Esta pesquisa visa verificar-se o uso de tecnologias digitais com o uso dos jogos eletrônicos, ajudam no desenvolvimento do raciocínio lógicos dos alunos de matemática do 8º ano do ensino fundamental, o estudo com abordagem quantitativa e explorativa. Engloba-se as diferenças entre dois métodos distintos de ensino.
     O principal problema na escola encontrado foi a falta de infraestrutura de computadores, ou seja, carência de equipamento de informática.
  Conclui-se que com aplicação desse método nos poucos computadores que restam, houve-se um aumento por parte do professor e os alunos e a equipe diretiva os jogos digitais bem planejados, proporciona-se um maior interesse dos alunos e consequentemente uma maior compreensão do conteúdo matemático dos jogos eletrônicos mangahigh.
   Segundo RITCHIE;(Dodge,1992). As metas e desafios que precisam ser vencida nos jogos gera provocações nas pessoas, mantendo as motivados e em alguns casos, podem até recupera o ânimo de quem perdeu o interesse pelos os estudos.



            (u.f.t)xavierzinha1247@gmail.com 


INTRODUÇÃO
v         EFEITO MOTIVADOR

Os jogos educacionais demonstram divertir e entreter as pessoas ao nosso tempo em que incentivam o aprendizado por meio de ambientes interativos e dinâmicos (HSIÃO 2007). Conseguem provocar o interesse e motivar estudantes com desafios, curiosidades, interação e fantasia (BALA-SUBRANIAN: WILSON, 2000).
As tecnologias dos jogos digitais proporcionam uma experiência estética visual e especial muito rica e, com isso, são capazes de seduzir os jogadores e atraí-los para dentro de mundos fictícios que despertam sentimentos de aventura e prazer (Mitchell; Savelli-Smith, 2004).
As metas e desafios que precisam ser vencidos, nos jogos geram provocações nas pessoas, mantendo-as motivadas e em alguns casos, podem até recuperar o ânimo de quem perdeu o interesse pelo estudo (Ritchie; Dodge 1992).
De acordo com Mendes (2009) O caso de computadores contribuiu para discente e docentes superem alguns obstáculos relativos aos ensinos e aprendizagem matemático.
                              
Para Maia Carvalho Castro Filho (2013). A adoção de tecnologias digitais professores, oportuniza que seus alunos elabore os conceitos matemáticos trazendo ganhos o trabalho docente e para aprendizagem discente.
O uso da tecnologia digitais nas práticas educativas contribui para os processos de ensino aprendizagem nas mais diversas áreas do conhecimento (MENDES 2009).

v           FACILITADOR DO APRENDIZADO:
O computador pode ser um grande aliado do desenvolvimento cognitivo dos alunos, principalmente na medida em que possibilita o desenvolvimento de um trabalho que se adapta a destinos ritmos de aprendizado e permite que o ritmo aprenda com seus erros.
Por outro lado o bom uso que se possa fazer do computador na sala de aula também depende da escolha de software em função. Estamos realmente conhecendo os frutos dos nossos longos esforços. Michael Gorman à Mary Lasker 1985 o imperador de todos os males Sidhastha 2011.
Em função dos objetivos que se pretende atingir e da concepção de conhecimento e de aprendizagem que orienta o processo (Brasil, 1997, p.44).
Estudo recentes pricewater hrhouse cooprs estimam que em 2008 o faturamento do mercado de jogos deverá supera o do setor de música que sempre teve destaque econômico.
(Marketing Charts, 2008), nos últimos anos porem aumentou o interesse para a pesquisa dos aspectos positivos dos jogos, seus benefícios para os jogadores, potencialidades como, recurso didático e uso na educação (ECK 2006).
Entender porque os jogos digitais são tão atraentes e quais impactos causam na vida das pessoas (Carrier Mcfarlane 2004).
O uso de computadores tem se tornado um mediador cultural importante no processo de ensino, ocupando um papel de destaque ao auxiliar e alunos na construção do saber no cotidiano escolar. A importância do seu uso fica evidente em vários documentos oficiais como nos parâmetros curriculares nacional (PCNS) em matemática, o qual afirma que: os jogos podem ser um objeto de aprendizado que estimula o aluno a vencer desafios e medos em relações à disciplina de matemáticas e esse documentário, tem o propósito de orientar e facilitar os conteúdos da disciplina matemático no uso da tecnologia digital.
Efeito motivador: Os jogos mangahingh demonstram ter alta capacidade para divertir e entreter ao pessoas ao mesmo tempo em que incentivam o aprendizado por meio de ambientes interativos e dinâmicos, (Hsião, 2007).
  Conseguem provocar o interesse e motivam estudantes com desafios, curiosidades, interações e fantasias, (Balasubramanian, Wilson, 2006).

v              FUNDAMENTAÇÃO TEORICA

 Esse artigo discute-se a tecnologia digital método que permite a reconstrução da realidade atual que por meio desse novo método procura trazer uma didática lúdica e prazerosa.
    O jogos digitais manghigh são conceitos capazes de originar e clarear as situações cotidiana, preparando os jovens para circunstancias mais claras e objetivas da educação matemática. Com essas informações foi escolhido os jogos mangahigh tecnológico digitais para que no desenvolver das frações matemática e digitais.
No caso do uso da tecnologia digitais em processo de ensino e aprendizagem nos jogos mangahigh, atuação do professor e determinante para que sejam gerados experiências positivas para a construção de conceitos por parte dos alunos, o estudo com essa abordagem quantitativa e exploratória trabalha o alternativo dinâmico. Após a visita de observação e informativa dos jogos mangaihgh.
Decide-se focar o estudo dos jogos digitais, apenas na turma do 8º ano do ensino fundamental, priorizando a turma de maior importância por que prepara esses jovens para o ensino médio.

v                  PLANO EM AÇÃO

Com o objetivo de agilizar o estágio II com os jogos digitais mangahigh elabora-se m plano de ação pedagógico com base na tecnologia, observa-se para facilitar o acesso aos computadores sobre os jogos sugere-se que os efeitos por equipe dividido por parte, veja a diversão por turma, para facilitar o estágio supervisionado. Além disso com ajuda de professores e auxiliares elabora-se a equipe também de alunos todos interagindo de forma tecnológica, por fim é oferecer treino a todos nos jogos mangahigh. Conta-se ainda com este artigo, o responsável pelas ações, onde, quando e como estas serão realizadas, metas de melhoria de ensino de matemática com jogos mangahigh.

      PLANO EM AÇÃO - 2017

PROBLEMA
AÇÃO
OBJETIVO
ESTRATGIA
RESPONSVEL
PERÍODO
AVALIÇÃO
Devido à grande dificuldade encontrada na escola vale do sol.
Desenvolver-se o estágio tecnológico digital.
Desenvolver junto com a turma adolescente do 8º ano o interesse pela matemática digital.
Seleção feita pela a professora Maria Nausa e com a regente da sala do 8º ano para os jogos mangaihgh.
Maria Nausa Xavier Sousa
Coordenação da escola
Direção da escola.
1º de junho a 30 de junho de 2017.
Será realizado, através da observação dos resultados obtidos na aprendizagem.
Na sala do 8º ano no sentido de desenvolver a matemática dentro da tecnologia, resolve-se o plano de ação digital.
Com jogos mangaihgh, nos turnos, matutino e vespertino na turma do 8º ano, através do plano em ação digital.
Afim de promover experiências criativas, práticas e interativas, incentivando o sucesso escolar bem como proporcionar jogos digitais e tecnológicos.
Seleção feita pela a coordenação pedagógica.
Renovação das direção para a escolha dos professores para ajudar no estágio II.


Com jogos digitais e tecnológicos, nas atividades em grupo do estágio II supervisionado.



                             DIAGRAMA DE ÁRVORE
Facilitar o acesso aos alunos nos computadores nos jogos mangaihgh
Organizar a sala do labím de manutenção, para um melhorar rendimento
Foi uma tomada por agendamento imediata o estágio II
 




Melhorar o aprendizado e reorganizar o espaço físico do labim

Divisão dos computadores concertados e não concertados
Facilitar o acesso a informação dos jogos digitais para toda escola
Controlar a entrada e saída por turma
Considera-se por parte da equipe, a organização geral
Agilizar o atendimento aos alunos, turma do 8º ano